Here are some Twitter Bios I find cool (original, simple, inspiring & straight to the point). In a very short space, they tell so much more than titles. What about you? Do you have your favs?
In English
@AdinaPlatri: "There can be no happiness if the things we believe in are different from the things we do."
@Melanie Tekshare: "The best things in life are unexpected - because there were no expectations."
@nikko11: Be the wind beneath our wings!
@Guy_Vincent: Neo Global Futurist
@iamwun: Daily inspiration on spiritual growth, so we can all remember "the face we had before we were born".
@GreatOwl: Pres/CEO. NDE @ age 10 You are more beautiful than you imagine, you are the radiant vibrancy of Love Itself - Look from Heart to see clearly - En' Lakésh
@larryczerwonka: Changing how we see the world 1 tweet @ a time with aloha and compassion. SMILE you never know who's watching.
@vitailluminata: Nonsectarian Spiritual Seeker, INFP, meditator, online entrepreneur, univeristy lecturer, observing the observer.
@CausesEffects: Endeavors to raise awareness of worthy causes & promote positive change.
@johnperrybarlow: I co-founded EFF, wrote songs for the Dead, ranched in Wyoming for 17. A weird father, a good friend, and an excellent ex.
@Sudenheimo: The One, The Only, The Original.
@infochimps: Organizing huge information sources. Opening access to free redistributable datasets. Enjoying bananas.
In Portuguese
@Ally_McCord: A cabeça é redonda para que as idéias mudem de lugar.
@doutores: Os Doutores da Alegria são palhaços que fazem de conta que são médicos para crianças que fazem de conta que acreditam.
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Saturday, 29 August 2009
Thursday, 27 August 2009
Ainda sobre cuidar bem de @s
Twitter da Xuxa, em 26/08/2009
Não acho nada demais uma criança cometer um erro de português e escrever "sena" em vez de "cena". Quem não erra?
Quando o erro se trata de um erro cometido pela filha de uma celebridade e publicada em uma ferramenta web 2.0 então, gera uma avalanche de piadas (algumas até engraçadas, outras nem tanto) e lamentáveis comentários agressivos.
Mas eis que a celebridade responde de maneira um tanto gauche, dizendo que "pra quem não sabe, minha filha foi alfabetizada em inglês", demonstrando despreparo em lidar com o público web 2.0.
Vivemos uma era de transição, em que novas ferramentas digitais servem de plataforma a uma nova forma de comunicação, onde o público não é mais passivo, mas co-autor dos acontecimentos.
Como lidar com isso?
De um lado, o público precisa a aprender a ser mais compreensivo e menos agressivo. Uma atitude é informar o erro e colaborar, participar; já debochar e humilhar não é sabidamente covarde e sem sentido? Do outro, as celebridades precisam abandonar um pouco as realidades muitas vezes paralelas em que vivem e praticar a boa e velha humildade. Não conheço a ferramenta? Peço ajuda a quem já a usa. E descobrir que a sua noção de realidade não é provavelmente a mesma da massa web 2.0 que a acompanha.
Vivemos em um país em que a taxa de analfabetismo ainda é relevante. Ser alfabetizado em uma outra língua pode ser uma escolha para quem é mais abastado, mas não o é para a maioria. Na minha opinião, sequer vantagem é. Adoro o português. Mas cada um tem uma opinião e todas são válidas, embora não devessem servir para se desdenhar de outras. "Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é."
As relações estão mais horizontais. Esse episódio com certeza deve ter gerado estresse e desconforto para Xuxa Meneghel, a celebridade em questão, e sua filha Sasha, o que é desagradável e eu lamento. Mas não há como negar que este é um exemplo de como uma ferramenta digital que elimina os filtros entre o emissor e o receptor como o Twitter pode contribuir para a transparência.
Com certeza agora conhecemos melhor as celebridades em suas vidas cotidianas, assim como as celebridades podem conhecer melhor o seu público. A distância entre uns e outros tornou-se mínima. O que é bom. Afinal, somos muitos e aqui não se trata mais de reis e de seus súditos, mas de pessoas, muitas pessoas e temos todos muitos a contribuir.
Vamos em frente.
Quando o erro se trata de um erro cometido pela filha de uma celebridade e publicada em uma ferramenta web 2.0 então, gera uma avalanche de piadas (algumas até engraçadas, outras nem tanto) e lamentáveis comentários agressivos.
Mas eis que a celebridade responde de maneira um tanto gauche, dizendo que "pra quem não sabe, minha filha foi alfabetizada em inglês", demonstrando despreparo em lidar com o público web 2.0.
Vivemos uma era de transição, em que novas ferramentas digitais servem de plataforma a uma nova forma de comunicação, onde o público não é mais passivo, mas co-autor dos acontecimentos.
Como lidar com isso?
De um lado, o público precisa a aprender a ser mais compreensivo e menos agressivo. Uma atitude é informar o erro e colaborar, participar; já debochar e humilhar não é sabidamente covarde e sem sentido? Do outro, as celebridades precisam abandonar um pouco as realidades muitas vezes paralelas em que vivem e praticar a boa e velha humildade. Não conheço a ferramenta? Peço ajuda a quem já a usa. E descobrir que a sua noção de realidade não é provavelmente a mesma da massa web 2.0 que a acompanha.
Vivemos em um país em que a taxa de analfabetismo ainda é relevante. Ser alfabetizado em uma outra língua pode ser uma escolha para quem é mais abastado, mas não o é para a maioria. Na minha opinião, sequer vantagem é. Adoro o português. Mas cada um tem uma opinião e todas são válidas, embora não devessem servir para se desdenhar de outras. "Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é."
As relações estão mais horizontais. Esse episódio com certeza deve ter gerado estresse e desconforto para Xuxa Meneghel, a celebridade em questão, e sua filha Sasha, o que é desagradável e eu lamento. Mas não há como negar que este é um exemplo de como uma ferramenta digital que elimina os filtros entre o emissor e o receptor como o Twitter pode contribuir para a transparência.
Com certeza agora conhecemos melhor as celebridades em suas vidas cotidianas, assim como as celebridades podem conhecer melhor o seu público. A distância entre uns e outros tornou-se mínima. O que é bom. Afinal, somos muitos e aqui não se trata mais de reis e de seus súditos, mas de pessoas, muitas pessoas e temos todos muitos a contribuir.
Vamos em frente.
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