Sunday, 31 August 2008

A mesma para mim, para você

Alguns trechos da entrevista de Karla Monteiro com o cantador de mantras Krishna Das, que andou se apresentando recentemente aqui no Rio.


"Karla: Por que um americano, nascido em Nova York, resolveu se embrenhar na cultura indiana?
Krhisna: Eu tinha 23 anos e estava extremamente infeliz.
Sou de Nova Iorque. Todo nova-iorquino é louco. Eu era um deles. Um dia um amigo me falou de um guru no norte da Índia. Fui e fiquei com esse guru por três anos.

Karla: O que encontrou lá que não tinha em Nova Iorque?
Krishna: Amor. Nos Estados Unidos, amor é business. Você só dá se tiver de volta. No ashram (retiro), eu fui exposto ao amor incondicional.
Meu guru amava como o sol brilha. O ensinamento dele era esse. A convivência me transformou de tal maneira que voltei para Nova Iorque com a sensação de que havia saída para esse vazio enorme que a gente carrega por aí e preenche, no caso dos Estados Unidos, com consumo.


(...)

Karla: E o que é a felicidade?
Krishna: Para mim é o bastante saber que posso me conectar com esse sentimento que chamo de amor incondicional. Não preciso de ninguém para fazer isso para mim. A cultura ocidental transfere a felicidade para algo fora. No Oriente, busca-se dentro. E quando se acha, ela é a mesma para mim, para você.
O Ocidente vive dos sentidos, dos pensamentos, das experiências.
O Oriente, da presença onde esses sentimentos e experiências se
materializam."

Assista a uma apresentação de Krishna Das:
http://www.youtube.com/watch?v=lxXfI6lbXPU

Fonte:Revista O Globo, 31/08/2008, págs 16 e 17

Brazilian Frescobol

Brazilian frescobol is a different and unique game, as there are no winners. One could say, in fact, that both players are winners, as the better you play the better your partner will be able to play as well. If you don´t hit a good ball to your partner, he won´t be able to return it to you and the game will be over. This is quite the moral: it is about collaboration. It is possible to play with rather than playing against someone.

Frescobol first began in Brazil on the beaches of Copacabana, Rio de Janeiro just after the Second World War. Thanks to the migration of Brazilians, frescobol is one of the most practiced sports on beaches throughout Latin American, parts of Europe, Australia and New Zealand. The sport is now rapidly becoming popular in the United States especially in California and Florida.

Frescobol is normally played on the beach but can be played anywhere you have some open space. Standing approximately 15 feet apart, you tap the ball to your partner. A normal racquet-ball ball may be used. Continue hitting the ball back and forth slowly at first trying to get a rally going while establishing a rhythm. After some practice, you may begin hitting the ball with much more pace. The key, just like other racquet sports is to concentrate on the ball watching it all the way until it meets your racquet. Soon you will have fast pace rallies of 20 or more strokes!

Source:
Watch a game:
Image:

Friday, 29 August 2008

O jogo continua

Blogar é assim. Eu li na coluna da Cora Rónai um trecho de um texto que fez um baita de um sentido pra mim; mas o trecho não é da Cora, é uma citação do blog da Fal. Quem é Fal? Então eu simplesmente colo o trecho e dou os créditos devidos às fontes. Blogar é assim. Aí vai o trecho do texto. Eu blogo e você, se quiser, comenta. PS - Ah, ainda tem a Vera. Vera?

"'Fal: Quando a gente escolhe não dizer a palavra mais dura, a gente amadureceu? Ou amoleceu? Tenho medo da resposta.

Vera: Fal querida, quando a gente escolhe não dizer a palavra mais dura não é nada disso de amadurecer ou amolecer. É porque a gente quer continuar o jogo. Sabe frescobol? Pro jogo continuar, vc tem que ajeitar a bola pro outro, se esforçar para alcançar a bola que veio, jogar pra cima pra dar tempo pro outro chegar, abaixar, esticar. Agora, se vc não quer continuar o jogo, vc dá logo uma raquetada e vai embora. Beijos para todos. Vera"
Mulher sábia, mulher superior. Obrigada, querida.´"
Fontes:
http://dropsdafal.blogbrasil.com/archives/2002_12.html
Coluna da Cora Rónai, 28 de agosto de 2008, Jornal O Globo, pg 10
Imagem:
Assista a umas partidinhas:
Links presenteados:

Thursday, 14 August 2008

O caminho do meio - parte II ~ The middle path - part II ~ to be continued

video

Título do vídeo ~ Video´s title: O buraco ~ The hole

Autor ~ Author: Aloy Jupiara

Duração ~ Length: 15 segundos ~ 15 seconds

Wednesday, 13 August 2008

O caminho do meio | The middle path


"Quem dentre vós pode tornar límpidas as águas lamacentas?
Deixai-as quietas e elas, por si só, se tornarão transparentes".
Lao Tsé

"Muddy water, Let stand, Becomes clear."
Lao Tse (Chinese philosopher, 5th Century BC)

Photo / Image: Lama Padma Samten
Fontes / Sources:
http://www.caminhodomeio.org/.
http://www.buddhanet.net/cbp2_f4.htm
Citações de Lao Tsé no You Tube / Lao Tse quotes on You Tube:
http://www.youtube.com/watch?v=aJHABGfF82co d o m e i o . o r g

Saturday, 2 August 2008

We're all Chinese


Under the slogan "We are all Chinese", nine German Olympians have posed in their sports kit for a Munich magazine while holding pictures of Chinese dissidents in front of their faces.

The pictures were published on the 1st of August in the Sueddeutsche Zeitung magazine under a headline recalling the famous 1963 "Ich bin ein Berliner" (we are all berliners) speech by U.S. President John F. Kennedy that paid tribute to West Berlin's freedom after the Wall was built.

I agree, we are all Chinese.

Source:


Image:
Sueddeutsche Zeitung
German Olympians holding Chinese dissident Mao Hengfeng´s photo

Somos todos chineses


"Somos todos chineses". Com esse lema, nove atletas olímpicos da Alemanha posaram para fotos usando seus uniformes oficiais e segurando fotografias de dissidentes chineses na frente de seus rostos.

As imagens foram publicadas no dia 1º de agosto de 2008 pela revista Sueddeutsche Zeitung cuja manchete "Somos todos chineses" é uma clara referência à frase "Ich bin ein Berliner" (eu sou berlinense), proferida em discurso por John Kennedy em 1963 como tributo à liberdade de expressão no lado Ocidental de uma Berlim então cindida pelo Muro.

É isso aí, somos todos chineses.
Fontes:
Veja também:
Imagens:
Divulgação/Sueddeutsche Zeitung
Nadadora Petra Dallmann segura a foto de Hu Jia
Soeren Mackeben, do pólo, com foto de Ye Guozhu